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Saiba as principais causas da queda de cabelo

Saiba as principais causas da queda de cabelo

22 de Junho de 2021 / Clínica

Perder alguns fios de cabelo por dia é normal, porém a queda de cabelo excessiva pode ser recebida com descontentamento, tanto para homens quanto para mulheres. 

Além de causar transtornos psicológicos, a queda de cabelo pode deixar o couro cabeludo mais exposto a traumas e à radiação solar. Também pode estar associada a alguma doença pré-existente.

Por isso, é importante que a alopecia (nome científico para a queda de cabelo) seja avaliada por um dermatologista.

 

Entenda como funciona o ciclo capilar

Quando está tudo normal e equilibrado no organismo, cerca de 85% dos fios do couro cabeludo estão em fase de crescimento e 15% estão em fase de repouso ou queda.

Em média, cada fio fica em processo de crescimento por mais de seis anos. Após esse período, eles entram para a chamada fase de repouso, período que corresponde entre três a cinco meses antes da queda.

O número de fios que caem diariamente é específico para cada pessoa e pode variar de 50 a 100 fios. Se for percebido um aumento de queda ou a diminuição do volume capilar com o passar do tempo, deve-se procurar um dermatologista imediatamente.

 

ciclo capilar

 

O que causa a queda de cabelo?

Existem inúmeras causas referente a Alopecia. Cada uma delas possui um diagnóstico e um tratamento diferenciado. Acompanhe alguns casos:

 

Eflúvio Telógeno

É o nome dado a uma queda capilar difusa e sem alterações na estrutura do fio. Ele ocorre cerca de três a quatro meses após um evento específico que a desencadeia.

O Eflúvio Telógeno tem duração limitada e a queda excessiva pode parar de dois a quatro meses após o seu início. Desde que não exista nenhum déficit nutricional, os fios voltam a crescer normalmente após esse período.

Acompanhe as principais causas de Eflúvio Telógeno.

 

Alterações hormonais

As alterações de hipófise, suprarrenal e tireoide podem levar à queda capilar. Visto que, essas alterações estão diretamente ligadas tanto com a falta quanto com o excesso de alguns hormônios. Um exemplo muito comum é o Hipotireoidismo.

 

Anemia

O ferro é um mineral importante, tanto para a renovação capilar, quanto para a produção de glóbulos vermelhos. Por isso, a falta dele pode causar um aumento significativo na queda capilar. Visto que, neste caso, o organismo da preferência na produção de ferro para as funções mais vitais do organismo.

 

Doenças Infecciosas

Além da anemia, o organismo necessita de muitos nutrientes para se defender de vírus e bactérias. Essa prioridade biológica faz com que a nutrição do folículo piloso seja reduzida.

 

COVID 19

No caso de infecção por COVID-19 a queda acontece de seis a oito semanas após a doença.

Esse quadro pode estar associado a diferentes fatores como efeitos colaterais de medicamentos utilizados durante o tratamento ou estresse por conta da pandemia. Também pode estar associada à própria infecção, chamada de eflúvio pós-infeccioso pelos especialistas.

O fato é que, por se tratar de uma doença relativamente nova, existem poucos estudos sobre esse tema. É necessário ter certa cautela e esperar novas comprovações científicas sobre a infecção.

 

Pós-parto

Durante a gestação ocorrem grandes mudanças em diversos hormônios femininos. A maior concentração de estrógeno presente no organismo faz com que a queda de cabelo diminua consideravelmente.

Após o parto, há uma queda brusca destes hormônios, o que resulta em uma queda acentuada dos fios. Neste caso, a Alopecia é perceptível de três a seis meses após o parto.

No entanto, o quadro se resolve sozinho entre seis a nove meses. Porém, um tratamento adequado receitado por um dermatologista pode acelerar essa melhora.

 

Cirurgias em geral

Alguns tipos de cirurgia afetam diretamente o organismo como um todo. Por conta do estresse e do uso de medicamentos após a operação, a queda de cabelo pode ser provocada de dois a três meses após o pós-operatório.

 

Causa emocional

Até agora, o termo “estresse” foi usado em muitos momentos deste post. De fato, ele pode causar queda de cabelo súbita. Isso porque o estresse faz com que o organismo utilize mais energia que o comum e, com isso, consuma nutrientes que seriam utilizados na produção de novos fios.

 

Drogas e Medicações

Alguns medicamentos podem levar a queda temporária. O uso de antidepressivos, por exemplo, interferem diretamente na divisão celular do bulbo capilar. Isso faz com que seja interrompido o ciclo normal do cabelo e, com isso, mais suscetível à quebra e perda dos fios.

 

Dietas rígidas ou má alimentação

O metabolismo do folículo piloso exige uma quantidade mínima de nutrientes, vitaminas e minerais para o crescimento dos fios. A perda significativa de peso em um curto período de tempo tende a provocar a queda de cabelo.

Além disso, dietas rígidas ou pobres em nutrientes podem deixar os fios mais fracos e opacos.

 

Química, secador e chapinha 

Os procedimentos relacionados à estética do cabelo também podem causar danos aos fios. Visto que, tanto o uso contínuo de tintas e produtos químicos, quanto secadores, chapinha e banhos quentes, resultam na perda de aminoácidos e sebo. 

A ausência destes nutrientes está ligada diretamente à queda dos fios. Segundo a dermatologista Andrea Belli, muitos pacientes chegam ao consultório com queixas de queda de cabelo. Porém, o quadro real apresentado é de quebra dos fios, por conta de danos químicos e térmicos.

 

Dois motivos para você procurar um especialista

Parece óbvio, mas é fundamental que você procure um dermatologista logo nos primeiros sinais de queda dos fios, por dois motivos

Além de cuidar do problema de maneira precoce e consequentemente tornar o tratamento mais eficaz, a investigação da alopecia pode levar ao diagnóstico de uma doença subjacente. Visto que, o cabelo é extremamente sensível às menores alterações que ocorrem no nosso corpo. 

Através de uma análise adequada é possível diagnosticar e tratar doenças como anemia, distúrbios hormonais entre outras patologias. O diagnóstico deve ser feito mediante a entrevista com o paciente, exame físico cuidadoso (incluindo a tricoscopia) e exames laboratoriais específicos.

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